Protestos em Hong Kong em 2019

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O protesto de 9 de junho na Hennessy Road.

Os protestos em Hong Kong de 2019 são uma série de manifestações em Hong Kong e em outras cidades ao redor do mundo, que começaram em 31 de março de 2019, exigindo a retirada do Projeto de lei de extradição de Hong Kong em 2019, proposto pelo Governo de Hong Kong. Teme-se que o projeto de lei faça com que a cidade se abra ao alcance da lei chinesa e que as pessoas de Hong Kong fiquem sujeitas a um sistema legal diferente.

Vários protestos realizaram-se em Hong Kong pelo público em geral e pelas comunidades legais. Entre eles, o protesto realizado em 9 de junho pela Frente Civil de Direitos Humanos (FCDH), que a organização estima que teve a participação de 1.03 milhão de pessoas, ganhou grande cobertura em massa da mídia.[1] Protestos em outros lugares também aconteceram por pessoas estrangeiras de Hong Kong.

Apesar das manifestações generalizadas, o governo insiste na aprovação do projeto, afirmando que a lei é urgente e que a "brecha" legal deve ser corrigida.[2]

Em 12 de junho, os protestos do lado de fora do Conselho Legislativo acabaram em confrontos violentos entre a polícia e os manifestantes, com pelo menos 79 pessoas feridas e outra rodada de atenção internacional. Em 15 de junho, a executiva-chefe Carrie Lam anunciou que suspenderia a proposta de lei por tempo indefinido.[3]

Outro protesto em massa, pedindo para o governo a retirar o projeto de lei e para Lam deixar o cargo de executivo-chefe, ocorreu em Victoria Park, em 16 de junho de 2019. Segundo os organizadores, estima-se que quase dois milhões de pessoas tenham participado dos protestos. Se a contagem for verdadeira, seria o maior protesto na história de Hong Kong.[4][5]

Em 1 de julho, centenas de milhares de pessoas participaram das marchas anuais de julho.[carece de fontes?] Uma parte desses manifestantes se separou da marcha e invadiu o Complexo do Conselho Legislativo, vandalizando os símbolos do governo central.[carece de fontes?]

A presidente-executiva, Carrie Lam, que suspendeu o projeto de extradição em 15 de junho, disse que estava "morto" em 9 de julho, mas parou antes de uma retirada completa.[carece de fontes?] Os membros do Conselho Executivo de Regina Ip e Bernard Charnwut Chan disseram que o governo não pretende fazer novas concessões.[carece de fontes?]

Os protestos continuaram durante o verão, transformando-se em confrontos cada vez mais violentos, incluindo o ataque Yuen Long de 22 de julho de 2019, entre policiais, ativistas, membros da tríade pró-Pequim e moradores locais em mais de 20 diferentes bairros da região.[carece de fontes?] Enquanto as manifestações continuam, os manifestantes pedem um inquérito independente sobre a brutalidade policial, a libertação de manifestantes presos, uma retratação da caracterização oficial dos protestos como "tumultos" e eleições diretas para escolherem os membros do Conselho Legislativo e o Chefe do Executivo.[carece de fontes?]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Kleefeld, Eric (9 de junho de 2019). «Hundreds of thousands attend protest in Hong Kong over extradition bill». Vox. Consultado em 11 de junho de 2019 
  2. «New extradition laws still urgent, says Carrie Lam». RTHK. Consultado em 11 de junho de 2019 
  3. «Hong Kong leader will suspend unpopular extradition bill indefinitely». Los Angeles Times. 15 de junho de 2019. Consultado em 15 de junho de 2019 
  4. «Hundreds dressed in black rally to demand Hong Kong leader steps down». Reuters. 16 de junho de 2019. Consultado em 18 de junho de 2019 
  5. Team BlackSheep (16 de junho 2019). «DRONE OVER HONG KONG PROTESTS». YouTube. Consultado em 16 de junho de 2019 
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