Pecuária

Suinocultura, um dos exemplos de pecuária

Pecuária é a atividade que envolve a criação e venda de animais para criação, domesticação ou abate.

Etimologia e história[editar | editar código-fonte]

Pecus quer dizer "cabeça de gado". A palavra tem a mesma raiz latina de "pecúnia" (moeda, dinheiro). Na antiga Roma, os animais criados para abate também eram usados como reserva de valor.

A criação de gado é uma das mais velhas profissões conhecidas. Uma curiosidade é que a pecuária é mencionada na Bíblia como a primeira tarefa dada por Deus a Adão: nomear e cuidar do Jardim do Éden e dos animais (Gênesis). Muito anterior à pecuária, deriva de aperfeiçoamentos da atividade dos caçadores-coletores, que já existiam há cerca de 100.000 anos e que primeiro aprenderam a aprisionar os animais vivos para posterior abate; depois perceberam a possibilidade de administrar a sua reprodução. Nos primeiros estágios da pecuária, o homem continuava nômade, e na maioria das vezes conduzia seus rebanhos domesticados em suas perambulações, já não procurando a caça, mas sim novas pastagens para alimentar o rebanho.

A pecuária na atualidade[editar | editar código-fonte]

Atualmente, os peões, vaqueiros ou campinos são trabalhadores que montam em cavalos para realizarem trabalhos com gado bovino e /ou bubalino criados primariamente para serem usados como fontes de carne.

Carne (bovina, bubalina, de aves etc), ovos, leite e mel são os principais produtos alimentares oriundos da atividade pecuária. Couro, e seda são exemplos de fibras usadas na indústria de vestimentas e calçados. O couro também é extensivamente usado na indústria de mobiliário e de automóveis.

Zootecnia[editar | editar código-fonte]

A ciência da criação de animais chama-se Zootecnia e é ensinada em muitas universidades e faculdades, principalmente em áreas rurais.

Tipos de pecuária[editar | editar código-fonte]

Suinocultura, um dos exemplos de pecuária

Problemas ambientais[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Pecuária e sustentabilidade

É um fator histórico de degradação da biodiversidade, gerando a seleção artificial de espécies, onde alguns seres vivos são selecionados e protegidos pelo homem.

A pecuária ruminante, em escala industrial, devido ao processo digestivo de fermentação entérica, é reconhecida como uma importante fonte de emissão de gás metano - um potente gás de efeito estufa que contribui em 18% para o aquecimento global.[1]. As emissões globais de metano geradas a partir dos processos entéricos são estimadas em 80 milhões de toneladas por ano, correspondendo a cerca de 22% das emissões totais de metano geradas por fontes antrópicas.[2]

Pecuária no Brasil[editar | editar código-fonte]

O Brasil tinha um rebanho de 218,23 milhões de cabeças em 2016, criadas em aproximadamente 167 milhões de hectares. A lotação média no país é de 1,25 cab. /ha (unidade de cabeça por hectare).[3][4]

No Brasil, os pioneiros da pecuária foram os senhores da Casa da Torre de Garcia d’Ávila, utilizando como vaqueiros, muitas vezes, mão de obra indígena. Entretanto, com uma grande seca no Nordeste e a descoberta de minerais preciosos em Minas Gerais no final do século XVIII, o polo pecuarista no Brasil transferiu-se para as regiões Sudeste e Sul, mais especificamente São Paulo e Rio Grande do Sul.[carece de fontes?]

Atualmente a produção pecuária de bovinos é partilhada principalmente pelo Centro-Oeste, Sudeste e Sul, cabendo ao Nordeste o predomínio sobre as criações de caprinos e muares. Os ovinos se concentram no Sul e Nordeste (Rio Grande do Sul, Bahia e Ceará são os principais produtores). Os suínos e as aves se concentram no Sudeste e no Sul.

Bovinos[editar | editar código-fonte]

O rebanho de bovinos brasileiro tinha 218,23 milhões de cabeças em 2016. O principal centro pecuarista do Brasil é o estado de Mato Grosso, o maior rebanho bovino do Brasil. Em 2016, o Centro-Oeste tinha 34,4% do total nacional. A Região Norte registrou 47,98 milhões de cabeças de gado, o segundo maior do país. Mato Grosso foi o estado com o maior plantel bovino, abrigando 13,9% do total brasileiro. O estado tinha, à época, 30,30 milhões de cabeças de gado. Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso do Sul contribuíram com 10,8%, 10,5% e 10,0% do efetivo nacional, respectivamente. Em nível municipal, os maiores efetivos estavam localizados em São Félix do Xingu (PA), Corumbá (MS), Ribas do Rio Pardo (MS), Cáceres (MT) e Marabá (PA). Dentre os 20 municípios com os maiores efetivos, 13 situavam-se no Centro-Oeste, seis no Norte, e um no Sul do País. O Brasil é o detentor do segundo maior efetivo de bovinos do mundo, 22,2% do rebanho mundial, atrás apenas da Índia, que não os produz para consumo. O país foi também o segundo maior produtor de carne bovina, responsável por 15,4% da produção global. Os Estados Unidos (maior produtor mundial), o Brasil e a União Europeia, juntos, representaram quase metade de toda a carne produzida no mundo em 2016. Em 2016 as exportações de carne bovina brasileira in natura somaram 1,08 milhão de toneladas com um valor de R$ 4,35 bilhões. [5]

O Brasil em 2018 era o 3º maior produtor mundial de leite, atrás apenas dos Estados Unidos e da Índia. Neste ano, o país produziu 35,1 bilhões de litros.[6]

A região Sul detém o primeiro lugar no ranking na produção brasileira de leite. O Sul tem 35,7%, disputando com o Sudeste (que foi o maior produtor até 2014), que tem 34,2%. O Sudeste tem o maior rebanho de vacas ordenhadas: 30,4% do total de 17,1 milhões existentes no Brasil. A maior produtividade, porém, é a da Região Sul, com uma média de 3.284 litros por vaca ao ano, por isso lidera o ranking de produção de leite desde 2015. O município de Castro, no Paraná, foi o maior produtor em 2017, com 264 milhões de litros de leite. O Paraná já é o segundo maior produtor nacional com 4,7 bilhões de litros, perdendo apenas para Minas Gerais.[7][8] Minas Gerais é o principal Estado produtor de leite no Brasil, com o maior efetivo também de vacas ordenhadas, responsável por 26,6% da produção e 20,0% do total de animais de ordenha. O município de Patos de Minas foi o 2º maior produtor em 2017, com 191,3 milhões de litros de leite.[9]

Suínos[editar | editar código-fonte]

Em 2019, o Brasil era o 4º maior produtor de carne suína do mundo, com quase 4 milhões de toneladas, atrás da China, União Europeia e Estados Unidos.[10]

Na carne suína, os 3 estados do Sul são os maiores produtores do país. O Brasil tinha 41,1 milhões de cabeças em 2017. Santa Catarina é o maior produtor no Brasil, com 19,7% da participação nacional. O Estado é responsável por 28,38% dos abates do país e por 40,28% das exportações de carne suína brasileira. Paraná (17,2%) e Rio Grande do Sul (14,6%) são o 2º e 3º maior produtores. Toledo (PR), Rio Verde (GO) e Uberlândia (MG) são as cidades com maiores quantidades de suínos.[11][12][13]

Caprinos e Ovinos[editar | editar código-fonte]

A região Nordeste abrigou 93,2% do rebanho de caprinos (8.944.461 cabeças) e 64,2% do rebanho de ovinos (11.544.939 cabeças) em 2017. A Bahia concentrou 30,9% do efetivo de caprinos e 20,9% do rebanho de ovinos nacional. Casa Nova (BA) ficou com a primeira posição no ranking municipal com os maiores efetivos das duas espécies. A Região Sul era a 2ª maior do país no rebanho de ovinos, com 4,2 milhões de cabeças. A atividade de tosquia de ovinos permaneceu predominante na região Sul, que é responsável por 99% da produção de lã no país. O Rio Grande do Sul continuou sendo o estado com maior participação nacional, representando 94,1% do total. Os municípios de Santana do Livramento, Alegrete e Quaraí lideraram a atividade.[14] Atualmente, a produção de carne tornou-se o principal objetivo da ovinocultura no Rio Grande do Sul, em função da elevação dos preços pagos ao produtor que tornaram a atividade mais atraente e rentável. Lá, usam-se raças de ovinos mais adaptadas ao clima subtropical. [15]

Avicultura[editar | editar código-fonte]

O Brasil é o maior exportador mundial de carne de frango: 3,77 milhões de toneladas em 2019.[16][17]

O rebanho avícola brasileiro, em 2018, era da ordem de 1,5 bilhão de cabeças. Os plantéis avícolas, conforme o IBGE, englobam frangos/as, galos, galinhas e pintinhos. Em 2018, a região Sul, com destaque na criação de frangos/as para o abate, foi responsável por quase metade do total brasileiro (46,9%). Só o Paraná respondeu por 26,2%. A situação de inverte, contudo, quando se trata de galinhas. A primeira região do ranking foi o Sudeste, com 38,9% do total de cabeças do país. Foi estimado um total de 246,9 milhões de galinhas para 2018. O estado de São Paulo foi responsável por 21,9%. Santa Maria de Jetibá (ES) foi o município que apresentou os maiores efetivos tanto de galináceos quanto de galinhas. Para o ranking de galináceos vieram em seguida Cascavel (PR), Bastos (SP), Rio Verde (GO) e Uberlândia (MG).O ranking de municípios para galinhas é completado por Bastos (SP), Primavera do Leste (MT), São Bento do Una (PE) e Itanhandu (MG).[18] Em 2017, os principais estados produtores de galináceos eram Paraná (25,3%), São Paulo (14,0%), Rio Grande do Sul (11,0%), Santa Catarina (10,8%). Já no efetivo de galinhas, em 2017 eram 242,8 milhões de cabeças: Sudeste (38,7%) e Sul (26,0%), os maiores produtores. Entre os Estados, São Paulo liderou com 21,9%, seguido por Paraná (10,1%), Rio Grande do Sul (8,8%), Minas Gerais (8,7%) e Espírito Santo (7,9%).[19]

Em 2016, o Brasil era o sétimo maior produtor de ovos do mundo. [20]

A produção brasileira de ovos de galinha foi de 4,4 bilhões de dúzias em 2018, gerando uma renda de R$ 14,0 bilhões. A região Sudeste teve 43,8% deste total. O Sul vem em 2º lugar, com aproximadamente 24% da produção. O estado de São Paulo foi o maior produtor nacional (25,6%). O Paraná vem em 2º lugar com aproximadamente 10%. Entre os municípios, os maiores produtores são as cidades de Santa Maria de Jetibá (ES), Bastos (SP) e Primavera do Leste (MT).[21][22]

Em 2018, o efetivo brasileiro de codornas foi de 16,8 milhões de aves. O Sudeste é responsável por 64%. São Paulo (24,6%) e Espírito Santo (21,0%) são os maiores produtores. No ranking municipal, Santa Maria de Jetibá (ES) ocupa a primeira posição tanto na quantidade de animais, quanto na produção de ovos. Bastos (SP) estava na segunda posição.[23]

Piscicultura[editar | editar código-fonte]

Na piscicultura, o oeste paranaense, em municípios próximos a Toledo e Cascavel, se transformou na maior região produtora de peixes do país, tendo a tilápia como principal espécie cultivada. O oeste representa 69% de toda a produção do Paraná, maior produtor nacional, com 112 mil toneladas. Desse montante, 91% se referem a criações de tilápias.[24]

A produção pesqueira do país totalizou 485,2 mil toneladas em 2017. Paraná (20,2%), São Paulo (9,8%) e Rondônia (8,2%) tiveram as maiores participações. A cidade de Nova Aurora liderou a produção nacional. A tilápia, com 283,2 mil toneladas, representava 58,4% da piscicultura. O tambaqui, com 18,2%, é a segunda espécie mais criada. A região Norte é a maior produtora de tambaqui.[25]

A produção de camarão no Brasil foi de 41,0 mil toneladas em 2017. Rio Grande do Norte (37,7%) e Ceará (28,9%) foram os maiores produtores. Aracati, no Ceará, foi a cidade com maior participação.[26]

A produção de ostras, vieiras e mexilhões foi de 20,9 mil toneladas em 2017. Santa Catarina detém 98,1% da produção nacional. Palhoça, Florianópolis e Bombinhas foram os municípios com maior produção. [27]

Apicultura[editar | editar código-fonte]

Em 2017, o Brasil era o 11º maior produtor de mel do mundo, com menos de 4,0% das exportações globais do produto. Foram produzidas 41,6 mil toneladas, sendo 16,5 mil toneladas na Região Sul.[28]

A região Sul foi a principal produtora de mel do país em 2017, respondendo por 39,7% do total nacional. Rio Grande do Sul foi o 1º com 15,2%, Paraná em 2º com 14,3%, Santa Catarina em 5º com 10,2%.[29]

Bubalinos[editar | editar código-fonte]

Em 2016, o efetivo brasileiro de bubalinos foi de 1,37 milhão de cabeças. A Região Norte concentrou 66,2% da criação de búfalos, enquanto o restante ficou distribuído entre as Regiões Sudeste (12,7%), Nordeste (9,5%), Sul (7,4%) e Centro-Oeste (4,4%). O Pará foi responsável por 37,9%, seguido pelo Amapá (21,6%), representando juntos 89,9% do rebanho da Região Norte e 59,5% do rebanho nacional. Dos dez municípios com os maiores efetivos, seis estão no Pará e quatro no Amapá. Em termos municipais, a primeira posição ficou com o Município de Chaves (PA), com 160,85 mil animais, seguido por Cutias (AP) e Soure (PA). [30] Em Minas Gerais, tem havido um aumento na produção de búfalas para carne e laticínios, principalmente mussarela à base de leite de búfala.

Ranicultura[editar | editar código-fonte]

Em 2016, o Brasil foi considerado o 2º maior criador de do mundo, atrás apenas de Taiwan. Porém, é uma criação em pequena escala, sem dados precisos nem mesmo sobre a quantidade produzida: o último levantamento oficial citou 160 toneladas por ano, mas há quem diga que esse número é três vezes maior. Como o preço do quilo da carne de rã é alto, o consumo é reduzido e reservado a muito poucas pessoas. [31] A carne de rã é de fácil digestão, tem alto valor nutricional, baixo teor de gordura e baixa colesterol, e também é considerada uma iguaria gastronômica. Alguns nutricionistas consideram a carne de rã a melhor proteína disponível para consumo.[32]

Pato[editar | editar código-fonte]

No Brasil, a produção de carne de pato concentra-se em Santa Catarina. É de baixo volume, voltado para um nicho de mercado. Em 2015 o país exportou U$ 7.637 milhões dessa carne, principalmente para Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Japão. Na época, a maior empresa da região especializada nessa carne abatia cerca de 10 mil patos por dia.[33]

Geral[editar | editar código-fonte]

A produção agrícola de caráter comercial, com emprego da mão de obra assalariada, expansão de pessoal na área administrativa e incorporação do progresso tecnológico, tais como os da biotecnologia, distribui-se e expande-se pelo território segundo diversos estímulos. De um lado, existe a influência do Estado, mediante a criação de políticas voltadas para a implantação de polos de desenvolvimento agrícola em áreas específicas do território brasileiro. Para estas áreas, são criadas linhas de crédito especiais e oferecidas assistência técnica, infraestrutura de transporte, energia, comunicação, entre outras.[carece de fontes?]

Com a Lei nº 11.716, de 20 de junho de 2008 foi instituído o Dia Nacional do Pecuarista, a ser comemorado anualmente no dia 15 de julho.[34]

Para estratégias específicas de combate à febre aftosa, foram estabelecidas no Brasil circuitos pecuários reunindo estados com o mesmo status sanitário; sendo cinco circuitos:[carece de fontes?]

O rebanho da pecuária brasileira são de gados asininos, bovinos, aprinos, suínos, equinos, muares, ovinos, bubalinos (bufalinos) e rangíferos.[carece de fontes?]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação <https://www.fao.org.br/ Arquivado em 18 de outubro de 2012, no Wayback Machine.>
  2. Influência do manejo de produção animal sobre as emissões de metano em bovinos de corte. Arquivado em 7 de junho de 2009, no Wayback Machine. Projeto Metano de Rumninantes. MCT/Embrapa/FAT/Governo do Estado de São Paulo-APTA
  3. «Evolução e Qualidade da PecuáriaBrasileira» (PDF) 
  4. IBGE: rebanho de bovinos tinha 218,23 milhões de cabeças em 2016
  5. IBGE: rebanho de bovinos tinha 218,23 milhões de cabeças em 2016
  6. Brasil é o 3º maior produtor de leite do mundo, superando o padrão Europeu em alguns municípios
  7. Produção de leite cai 0,5% e totaliza 33,5 bilhões de litros em 2017
  8. REGIÃO SUL DO BRASIL É O MAIOR CENTRO PRODUTIVO DE PROTEÍNA ANIMAL DO MUNDO
  9. Produção de leite cai 0,5% e totaliza 33,5 bilhões de litros em 2017
  10. principais países produtores de carne suína entre 2017 e a estimativa para 2019
  11. PPM 2017: Rebanho bovino predomina no Centro-Oeste e Mato Grosso lidera entre os estados
  12. REGIÃO SUL DO BRASIL É O MAIOR CENTRO PRODUTIVO DE PROTEÍNA ANIMAL DO MUNDO
  13. PPM 2017: Rebanho bovino predomina no Centro-Oeste e Mato Grosso lidera entre os estados
  14. PPM 2017: Rebanho bovino predomina no Centro-Oeste e Mato Grosso lidera entre os estados
  15. O Rio Grande do Sul é o segundo estado com o maior rebanho de ovinos do Brasil
  16. Conheça os 3 países que desafiam o Brasil nas exportações de frango
  17. maiores exportadores de carne de frango entre os anos de 2015 e 2019
  18. As cidades brasileiras com o maior número de aves
  19. [https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/22648-ppm-2017-rebanho-bovino-predomina-no-centro-oeste-e-mato-grosso-lidera-entre-os-estados PPM 2017: Rebanho bovino predomina no Centro-Oeste e Mato Grosso lidera entre os estados.
  20. Brasil é sétimo maior produtor mundial de ovos
  21. As cidades brasileiras com o maior número de aves
  22. [https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/22648-ppm-2017-rebanho-bovino-predomina-no-centro-oeste-e-mato-grosso-lidera-entre-os-estados PPM 2017: Rebanho bovino predomina no Centro-Oeste e Mato Grosso lidera entre os estados.
  23. As cidades brasileiras com o maior número de aves
  24. REGIÃO SUL DO BRASIL É O MAIOR CENTRO PRODUTIVO DE PROTEÍNA ANIMAL DO MUNDO
  25. PPM 2017: Rebanho bovino predomina no Centro-Oeste e Mato Grosso lidera entre os estados
  26. PPM 2017: Rebanho bovino predomina no Centro-Oeste e Mato Grosso lidera entre os estados
  27. PPM 2017: Rebanho bovino predomina no Centro-Oeste e Mato Grosso lidera entre os estados
  28. EVOLUÇÃO DA PRODUÇÃO DE MEL NA ÁREA DE ATUAÇÃO DO BNB
  29. PPM 2017: Rebanho bovino predomina no Centro-Oeste e Mato Grosso lidera entre os estados
  30. IBGE: rebanho de bovinos tinha 218,23 milhões de cabeças em 2016
  31. Brasil é segundo maior criador de rãs do mundo
  32. Carne de rã seria a "melhor proteína", segundo "nutricionista sarada": como ela come?
  33. Produtores trocam frangos por patos
  34. «Lei nº 11.716, de 20 de Junho de 2008 — Portal do Senado Federal». Consultado em 25 de maio de 2009. Arquivado do original em 7 de novembro de 2014